Hipnos, deus do sono, filho da noite, Nix, uma personificação da noite, com érebo, que simboliza a escuridão primitiva associada a instabilidade de criação. Ele tinha vários irmãos, dos quais o mais importante era seu irmão Thanatos, a divindade responsável pela esfera da morte. Os demais foram concebidos apenas por meio do desejo de Nix ou através do auxílio de Érebos.
Este deus reside em Lemmos, junto com sua esposa Grácia Pasítea, apresentado por Hera, deusa da família e dos amigos, pelos serviços prestados. Ele adota a configuração humana, mas ao coletar para repousar, se converte em ave. Paira suavemente sobre o Planeta, levando todas as criaturas vivas ou descanso abençoado e restaurador. Seu palácio está localizado em uma ampla cavidade profunda, próximo ao espaço habitado por um grupo que existe desde sempre em eternas trevas. O historiador Heródoto descreve como os primitivos moradores da Rússia Meridional. Eles foram, mais tarde, deslocados ao longo do Cáucaso para uma região da Ásia Menor. De acordo com esses pesquisadores, nas proximidades da abertura da caverna desenvolvemos-se papoulas e demais vegetais; da essência dessas plantas à noite parece retirar o sono, o qual era disseminado sobre uma terra dominada pelas sombras. Da margem oposta a esta região fluía ou Lete, conhecido como o rio do esquecimento, e outras bordas crescentes crescentes plantas que, com seu sussurro suave, aliado ao lamento tranquilo das águas, indonésia ou outro ao lado. A paz e a quietude prevaleciam nesta região. No interior do palácio ou no principal elemento da era um belo leito, cercado por cortinas negras, não há hipnos repousa.
Ele tem vários filhos, entre eles Ícelo, criador de pesadelos, Fantoso, responsável por artefatos sem vida e que também estão presentes nas visualizações online, e Morfeu, deus dos sonhos, que zela pelo sono do pai. Eles são os mais conhecidos, ou seja, algumas das mil faces assumidas pelos sonhos. A única filha de Hipnos é Fantasia, uma imagem de excelência das quimeras e dos desvarios.
Hipnos é visto como uma divindade que traja peças em tons dourados e cabelos da mesma cor. O deus também é retratado, algumas vezes, como um rapaz de asas, com uma flauta nos lábios, tocando doces melodias que traz o sono aos homens.
O chalé de Hipnos se destaca muito entre os demais. Não por ser mais um dos 36 templos super exóticos e cheios de peculiaridades presentes naquela área, mas por fugir completamente dos padrões de arquitetura grega ou qualquer outro, não é tão "dramático", por assim dizer. O chalé de Hipnos é como uma remota cabana à moda antiga, daquelas que se encontram na calmaria de uma pradaria, na beira de um lago. O chalé tem madeira de pinheiro como principal material para a sua estrutura e um telhado de rush com alguns galhos retorcidos que se concentram majoritariamente para um buraco bem no seu centro. Na parte frontal do telhado há o símbolo de Hipnos, um galho de álamo pingando água do rio Lete em uma taça de estanho que contém o número 15. Do lado de fora há uma pequena varanda, bem como no chalé de Hermes, a não ser pela cadeira de balanço com espaço para dois, decorada com papoulas vermelhas que se enroscam em sua estrutura. A mesma flor se encontra pendurada no formato de uma grinalda, bem acima da porta de entrada para o chalé, e também em pequenos vasos de plantas sob as janelas. Passando ao redor de todo o chalé e por debaixo dos degraus que levam à varanda é possível ver um pequeno corrego encantado para correr mesmo sem uma origem ou um fim sua água é clara e cristalina, o som da água combina perfeitamente com a calmaria que o ambiente transmite para qualquer um. No geral, o chalé emana uma aura tranquilizadora que causa sonolência e parece cada vez mais acolhedor, é descrito como sendo ainda mais perigoso do que o chalé de Ares.
A surpresa ao adentrar o chalé é clara, é certo que todos esperam sofás e coisas do tipo para dormir, mas a sala é completamente repleta de enormes pufes, travesseiros, colchas, alguns pelúcias com o formato de criaturas místicas em tamanhos bem grandes e sofás tomados por mantas e almofadas de pluma, o chão está coberto de grossos tapetes de pele macios. Há um enorme quadro de Hipnos repousando com suas lindas asas, acima de uma lareira crepitante. Os móveis no interior estão padronizados com tons pastéis. Como dito anteriormente, há um buraco bem no centro do telhado com galhos invadindo a sala de estar, um único galho se alonga mais que os outros bem no centro da sala, pingando água do rio Lete em uma taça de estanho que nunca transborda, disposta em um altar rodeado pelo mesmo líquido. A água do rio Lete arranca as memórias daqueles que entrarem em contato com ela. Violino e música suave está sempre ecoando no ar, cujo aroma é sempre como o de lavanderia, mas não apenas isso, o interior do chalé também carrega cheiro de biscoitos de chocolate e leite quente. Os banheiros são dividos entre masculino e feminino, sempre visando o conforto dos semideuses, são bem claros, com ladrilhos brancos pelas paredes e pelo chão, possui divisórias de mármore bege para os sanitários e os chuveiros, e uma longa pia feita daquele mesmo mármore bege com torneiras douradas que possuem pequenas asinhas em suas laterais, remetendo ao deus alado.
quarto e cômodo extra
Seus filhos são pessoas muito tranquilas e desligadas. De tão tranquilas muitas vezes possuem poucos amigos pelo fato de não conversar muito com os outros. Dotados de uma inteligência incrível, os filhos de Hipnos são pessoas muito divertidas quando estão bem (e quando acordadas). Costumam ler muitos livros e dormir muito, afinal são filhos do deus do sono.
Possuem finos cachos que parecem feitos de ouro ou totalmente negros, feições infantis e coradas que sempre estão serenas como se estivessem acordadas acordadas. Os olhos verdes e claros também transmitem uma profunda paz e despreocupação, além das marcas de olheiras na pele clara. Possuem corpos magros e não são muito altos.