Eros é o deus do amor e do erotismo, um dos integrantes do Olimpo sendo filho de Afrodite, a deusa do amor e da beleza, e Ares, o deus da guerra e da carnificina, sendo majoritariamente representado ao lado de sua mãe. Detém uma beleza ímpar, atende aos desejos de Afrodite, sempre pronto para disparar suas flechas do amor contra mortais e imortais, conforme as determinações maternas. É descrito como o imortal mais formoso, sedutor e o mais apto a dominar os corações alheios e a vencer a prudência.

            Apesar de hoje ser um homem maduro, não foi sempre assim. Anteriormente Eros possuía a aparência e estatura de uma criança, ele nunca viria a crescer ou se tornaria um homem de verdade. Então Afrodite desabafou com Têmis (ou Métis), queixando-se que seu filho continuava sempre criança. A deusa então lhe explicou que Eros era muito solitário e, por isso, mimado, haveria de crescer se tivesse um irmão. E foi assim que Afrodite e Ares geraram Anteros, o deus do amor mútuo, e pouco tempo depois Eros começou a crescer e tornar-se ainda mais belo e robusto. Eros veio a ter outros irmãos, que são: Harmonia, deusa da paz, Phobos, o deus do pânico e do medo, e Deimos, o deus do terror.

          Eros é frequentemente retratado como um garotinho alado de cabelos loiros, como uma aparência inocente e travesse que jamais cresceu (simbolizando a eterna juventude do amor profundo). Portando um arco e flecha e até mesmo uma tocha acesa, sempre pronto para atingir, de forma certeira, suas flechas envenenadas com amor e paixão, tendo como alvo a região do coração ou até mesmo do fígado de suas vítimas.

          A história de Eros e Psiquê é uma das mais belas e profundas. Ele se casa com a amada, mas a proíbe de ver seu rosto, pois deseja ser amado não como uma bela divindade, mas como um mortal. Ela, porém, vencida pela curiosidade, vale-se do momento em que ele adormece e espia a sua face; ela fica tão encantada que deixa uma gota de cera da vela que ilumina seu amado, cair em seu peito. Eros desperta e fica enraivecido, deixando sua amante. Ela então fica sem rumo e é até castigada por Afrodite, que não se conforma com a paixão de seu filho por Psiquê. De qualquer forma, arrependido, Eros implora a misericórdia de Zeus para a mulher amada e o deus supremo a torna imortal, unindo os jovens amantes, que passam a morar no Olimpo. Psiquê tornara-se a deusa da alma e representante da espiritualidade existente no homem, tornando a história ainda mais penetrante sobre a relação da alma humana com o amor.


Chalé 27:


Personalidade:

São sedutores e gostam de receber olhares, muitos deles são extremamente narcisistas e se preocupam demais com a aparência, colocando tal atributo sempre em primeiro lugar. Se apaixonam facilmente, mas podem ter dificuldade de se manterem fiéis por acharem o amor totalmente livre, ao mesmo tempo se desiludem com a mesma facilidade. Às vezes são arrogantes e metidos, o que pode quebrar o encanto que jogam naturalmente nos outros. Costumam ser bem animados e comunicativos.

Aparência:

Filhos de Eros são extremamente belos, as garotas possuem curvas perfeitas e os garotos músculos muito bem definidos, mas não muito exagerados. Suas feições são encantadoras com sua pele perfeita e as bochechas coradas. Geralmente os filhos de Eros possuam cabelos enrolados mais claros, como castanho, loiro, ou até mesmo branco, assim como seus olhos que variam entre castanho, verde e azul, mas isso tudo é bem relativo. Por tal motivo provocam a admiração alheia e em alguns casos até a inveja, principalmente do sexo semelhante.


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