Apolo, também conhecido com fevereiro, é considerado o deus das artes e da luz, identificado primordialmente como uma divindade solar. Filho de Zeus e titã Latona. Tem uma irmã gêmea, Ártemis, uma deusa da caça. Segundo contrato, Apolo e sua irmã nasceram na ilha de Delfos, onde sua mãe se refugiou para esconder a Hera, uma esposa de Zeus.

          Esse deus também tinha sua parte negra, era considerada um arqueiro de grande habilidade. Com um ano de idade seguimos uma serpente que também era inimiga de sua mãe e matou com flechadas. A partir deste momento foi considerado um grande arqueiro. O seu arco disparava dardos letais que matavam os homens com doenças ou então mortes súbitas. O poder de Apolo é exercido em todos os lugares da natureza e do homem.

          Uma grande história de amor não correspondida por Apolo foi com um Dafne. Por ser um deus muito bonito, e ter muitas qualidades, queria ser muito mais que deus Eros. Afirmou que suas flechas eram muito mais poderosas que como deus do amor, mas Eros argumentou que como flechas que possuía além de serem mais poderosas, atingir até o próprio Apolo. Apolo naquele momento não acreditado, então o deus do amor lançador uma flecha no coração dele com ouro na ponta e ele se apaixonou pela moça Dafne, mas, para mostrar que era mais poderoso, filha uma flecha com chumbo na ponta no coração de Dafne que repudiava Apolo e sua paixão. Dafne não aguentava mais ou deus Apolo a perseguir, foi então que pediu seu pai Peneu que mudasse sua forma; seu pai a atendeu e a transformou em um loureiro.

          Outro grande momento que marcou a vida de Apolo foi sua grande admiração por Jacinto. Apolo tinha muito apego por Jacinto. Antes de tocar discotecas, Apolo foi o primeiro a lançar; filme muito forte e precisa, e Jacinto com muita vontade de jogar também foi correndo atrás do disco para pega-lo, mas Zéfiro, um dos deuses do vento, sopro muita inveja, pois Jacinto preferia o Apolo. Então soprou o disco que bateu na testa de Jacinto. Apolo correu para usá-lo e enquanto tentava reviver o amigo, nasceu uma linda flor de sangue que escorreu de sua testa, que após sua morte morreu ou nome de Jacinto.


Chalé 7:

          O Chalé de Apolo é uma cabine do Acampamento Meio-Sangue que abre os mais calorosos e animados do acampamento. A primeira vista ou chalé parece com uma construção de campo normal, porém, quando o Sol incide sobre ele, brilha tanto em um matiz dourado que é quase impossível desviar o olhar ao passar, apesar de toda essa luz incomodar um pouco os olhos de alguns campistas vista. Nas paredes podem ser vistos entalhes de notas musicais (principalmente na Clave de Sol) e pequenos filhos em relevo, além de flechas e liras, todos os símbolos representantes de deus. Suas paredes parecem ser de ouro sólido, há um par de arcos dourados bem na parte frontal do chalé, acima da porta, cada um mirando diagonalmente para um lado, entre eles vê-se uma esfera em um tom diferente de dourado, mais intenso, representando o próprio Sol, com o número 7 em seu centro, além de lindos desenhos da carruagem solar de Apolo com dois pégasos, como imagens são espelhadas, assim como os arcos. Em seus pilares partituras de músicas e folhas de louros gravados. Sob suas janelas crescem flores de Delfos em lindos vasos, tais flores crescem especialmente neste chalé. Bem na entrada da porta há um tapete no formato de um Sol com a frase "Seja bem-vindo!".

          Adentrando o chalé, somos recebidos pelo aroma de campos de lírios ensolarados. Vemos móveis em núcleos claros, para deixar o ambiente mais fresco. Tudo isso porque a cor que bate nenhum material converge com outros núcleos que a nossa íris pode mostrar, assim como mostra a cor que ocorre na ótica. Então, núcleos claros com iluminação são refletidos como calor. Há muitos pufes e sofás espalhados pelo local de modo circular, bem interativo, como uma rodinha de fogueira, e de fato há uma bem no centro, sobre o que seria uma mesa de centro, como uma lareira muito mais moderna, com pedras brancas em seu fundo. O chalé possui, só em sua sala de estar, dois belíssimos verdadeiros pianos brancos, e ao lado de cada um há uma grande harpa inteira de ouro, até mesmo os seus fios eram folheados a ouro, o corpo da harpa formava na o corpo de uma das musas que adoram ao deus Apolo, no Olimpo. Uma curiosidade sobre o cômodo principal do chalé são os detalhes de suas paredes. Há diversos dizeres, desenhados por suas paredes em um tom dourado forte que parece cintilar, são poesias, versos. Existe uma regra clara no chalé 7: todo novo filho do deus das artes deve recitar uma poesia, um verso simples, ou até mesmo cantar uma música, e suas palavras serão cravadas eternamente na parede por um passe de mágica, o mais importante é que o conteúdo seja original. O banheiro do chalé é bem normal, possui cabines de sanitários, uma pia longa com um espelho enorme para os semideuses adorarem os mesmos, e cabines de chuveiros quentes. Os quartos, divididos entre masculino e feminino, são incrivelmente  graciosos, com paredes em um tom claríssimo de amarelo. As camas são beliches embutidas na parede, com cortinas douradas e roupas de cama branquinhas, os armários são claros como os cômodos do chalé, entalhados com notas musicais e pequenas flechas, possui também escrivaninhas individuais com materiais de desenho e escrita. Tem muitas janelas com aqueles vasos lindos com as flores de Delfos decorando-os.

          Obviamente não poderia faltar um cantinho especial para os filhos de Apolo soltarem sua criatividade, neste caso, existem dois cômodos para isso: um deles é uma divisão entre sala de música e salão de dança, em uma parte as paredes são à prova de som para não incomodar ninguém e os semideuses podem contar com uma bela variedade e quantidade de instrumentos musicais, além de microfones e teclados de mixagem, como um estúdio de gravação, do outro lado o chão de madeira clara é perfeitamente polido, há uma barra de ferro presa à uma parede e um enorme espelho que a cobre por completo, a intenção de dividir um local para as duas salas é possibilitar que os semideuses possam tocar para que outros dancem, basta liberar a passagem de som, as salas são divididas por uma barreira de vidro que pode ou não bloquear o som, escolha dos semideuses; o outro quarto é reservado unicamente para pintura, é inteiramente forrado por toalhas brancas que estão completamente sujas de algumas cores de tinta, varias latas grandes e pequenas com todas as cores e tons que se pode imaginar estavam espalhadas pelo chão ou guardadas em estantes, várias caravelas e telas brancas se encontravam posicionadas em ziguezague ao longo da sala. Por fim, o chalé 7 conta com um quintal nos fundos protegido por paredes, teto e até mesmo chão de vidro. Este é encantado para que o vidro assuma imagens de ambientes como a praia, ou mesmo um campo, perfeito para um lual, principalmente por contar com varias almofadas e cangas pelo chão, além de uma fogueira bem no centro e instrumentos de corda acústicos prontos para uso.

 


Personalidade:

Costumam ser bem simpáticos, comunicativos, calorosos e brincalhões. Sempre vão estar focados em uma arte, independente de sua essência. Podem andar conversando em rimas, pintando quadros de madeira e no dia seguinte estarem tocando ukulelê o dia todo.

Aparência:

Os cabelos, em sua maioria das vezes, são loiros ou claros de um tom “queimado do sol”, por vezes encaracolados. São bronzeados, também por vezes debaixo da luz solar, possuem covinhas e sardas no rosto e, por isso, dificilmente são altos, mas têm um porte atlético e bem definido.


Poderes:

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