Éolo é conhecido como o deus dos ventos. Querido dos deuses e guardião dos ventos, tinha o poder de guardar os ventos em uma caixa, para ajudar na navegação. Vivia em Eólia, uma ilha flutuante cercada por uma muralha de bronze inquebrável, com seus seis filhos e seis filhas, todos casados entre si. Zeus lhe concedeu o poder de acalmar e despertar os ventos, mas o advertiu de nunca conceder gratuitamente nenhum de seus poderes.
Quando o herói grego Ulisses visitou Éolo, ele foi recebido como um convidado de honra. Éolo o presenteou com um vento favorável em uma sacola de couro repleta com todos os ventos para usar em sua viagem. Ulisses foi imprudente deixando a sacola abandonada a um canto. Os marinheiros de Ulisses, pensando se tratar de uma sacola com ouro, abriram-na e a costa foi imediatamente varrida pelos ventos. Éolo se arrependeu de ter presenteado Ulisses com a força dos ventos e se recusou a ajudá-los. Novamente procurado por Ulisses, Éolo se justificou: "Quem semeia ventos, colhe tempestades..."
Como os ventos, eles costumam ser frios, e explosivos como as tempestades, no entanto, são calmos na maior parte do tempo. A alternância de seu humor pode interferir no clima local. Estão geralmente bem avoados, se perdendo em alguma conversa com facilidade, como se sua mente viajasse com os ventos.
Os filho de Éolo tem os cabelos bem bagunçados que variam do branco ao cinza, nunca passando desses tons. Seus olhos variam do azul claro ao branco, característico da neve e dos ventos de seu pai. O corpo por muitas vezes varia a pele de alva para a albina, são fortes e esculturais.